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    Arquivos Comércio Exterior - Página 4 de 5 - Amazon Freight Forwarders

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    SÉRIE ESPECIAL ROTAS: a importância do Canal de Suez no Comércio Exterior

    Desde sua inauguração em 1896, o Canal de Suez adquiriu forte relevância no comércio de mercadorias e transporte de pessoas, facilitando as viagens marítimas ao diminuir em mais de 7 mil quilômetros a distância Europa-Ásia.

    Ele se estende desde a cidade de Suez, no Egito, às margens do Mar Vermelho, até Porto Said, às margens do Mar Mediterrâneo. Considerado o maior canal do mundo, possui 163 km de extensão, sendo que 50 km foram escavados em pleno deserto.

    A construção durou 10 anos, de 1859 a 1869, e foi financiada pela França e pelo Egito. O projeto foi proposto pela Companhia Universal de Suez, de propriedade do francês Ferdinand de Lesseps, que estava convencido e conseguiu convencer os governos dos dois países, de que o canal possibilitaria preservar e defender o Império Otomano, e que apesar da empreitada ser uma tarefa difícil, as dificuldades poderiam ser superadas com as técnicas modernas de construção.

    Além disso, sua concepção era um negócio muito rentável, uma obra grandiosa que mostraria sua importância com o passar dos anos, dando um grande impulso para a navegação de longo percurso.

    A passagem entre Oriente e Ocidente para a Economia Mundial

    Desde sua construção, o canal de Suez foi muito importante para a economia mundial – uma vez que permite a passagem entre o Oriente e o Ocidente. É um dos canais mais importantes do mundo e, através da navegação, cerca de 10% do comércio mundial passa por ele. Além de permitir o contato entre o continente africano e asiático, possibilita aos europeus acessos aos dois continentes.

    O transporte foi o principal intuito para a construção, sendo que muitas embarcações passam pelo canal diariamente (aproximadamente 15.000 navios por ano).

    Ligação marítima entre Europa e Ásia, essa rota permitiu aos navios não precisar dar a volta no continente africano, transitando pelo temido Cabo da Boa Esperança. Porém, também viveu dias de guerra e anos de inatividade desde sua inauguração.

    História que antecede a Cristo

    A ideia da construção de um canal que ligasse o Mar Mediterrâneo ao Mar Vermelho, remonta a época dos faraós do Egito, quando Senuseret III, que reinou de 1878 a.C. a 1840 a.C., ordenou as primeiras escavações que unia o Rio Nilo ao Mar Vermelho (era chamado de “Canal dos Faraós”).

    Sua história foi particularmente marcada pelo ano crucial de 1956, quando, em 26 de julho, Gamal Abdel Nasser, recém-eleito presidente do Egito, nacionalizou o Canal de Suez. O anúncio foi o primeiro passo para uma crise internacional que culminou três meses depois em Israel – e, depois, França e Grã-Bretanha (dois países com quase metade da sociedade que administrava o canal) – atacando o Egito.

    Nesses mais de 150 anos de operação, desde 1896, o Canal de Suez modificou-se para atender o crescente desenvolvimento tecnológico da indústria naval, pois os navios cargueiros expandiram enormemente sua capacidade de transporte.

    O Canal de Suez não parou de ser ampliado e modernizado desde sua inauguração e acompanhou a evolução do comércio marítimo ao ponto de hoje receber navios gigantes de até 240.000 toneladas. Paralelamente à evolução da frota mundial, as dimensões do canal continuaram aumentando até alcançar, em 2015, 193,30 quilômetros de comprimento e 24 metros de profundidade.

    Relações de Suez com o Brasil

    O Porto de Santos mantém acordos de cooperação técnica com o Canal de Suez, que por conta de diversas facilidades oferecidas pelo Egito, apresenta-se como uma solução logística e de despacho eficiente para exportações, simplificando rotas marítimas.

    A Arábia Saudita figura como maior destino dos produtos brasileiros e os Emirados estão em segundo lugar. O Egito está na terceira posição, sendo açúcar e as carnes bovina e de frango os principais itens exportados, com minério de ferro na terceira colocação.

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    E, em breve, aguarde mais um artigo da série sobre as Rotas do Comércio Exterior.

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