O acordo entre Mercosul e União Europeia traz mudanças importantes para o comércio internacional ao estabelecer regras mais rígidas para o uso de Indicações Geográficas (IGs). Na prática, mais de 350 produtos europeus terão seus nomes protegidos no Mercosul, exigindo que produtores locais deixem de utilizar denominações tradicionais como “champagne”, “presunto tipo Parma” e “queijo feta”. Por outro lado, produtos brasileiros também passam a ser reconhecidos e protegidos na Europa. Neste artigo, explicamos os impactos dessa mudança para importações, exportações e para a indústria.
Geopolítica e logística: uma relação cada vez mais direta
O comércio internacional está diretamente conectado ao cenário geopolítico global. Conflitos, sanções econômicas e instabilidades regionais têm provocado mudanças significativas nas rotas marítimas, nos custos de frete e nos prazos logísticos. Eventos recentes, como as tensões no Mar Vermelho e impactos no Canal de Suez, evidenciam como fatores externos podem afetar diretamente as operações de importação e exportação. Neste artigo, analisamos esses impactos e mostramos como empresas podem se preparar para um cenário cada vez mais dinâmico e imprevisível.
Custos invisíveis na importação: Onde as empresas mais perdem dinheiro
Nem sempre os maiores prejuízos na importação aparecem na fatura do fornecedor ou no frete internacional. Muitas empresas perdem dinheiro em custos pouco percebidos, como demurrage, armazenagem prolongada, erros documentais e atrasos fiscais. Esses gastos silenciosos comprometem margens e impactam a competitividade. Neste artigo, mostramos onde estão esses custos invisíveis e como preveni-los com planejamento e assessoria especializada.
OEA-Segurança como pilar da logística internacional
Em um cenário global cada vez mais regulado e interconectado, segurança e conformidade deixaram de ser diferenciais e passaram a ser requisitos essenciais. A certificação OEA-Segurança (Operador Econômico Autorizado) surge como um dos principais instrumentos de fortalecimento da cadeia logística internacional, promovendo previsibilidade, redução de riscos e maior competitividade. Neste artigo, explicamos o papel estratégico do OEA-Segurança na logística moderna e como ele impacta diretamente as operações de importadores e exportadores.
Compliance aduaneiro como estratégia de negócio: muito além da obrigação legal
Durante muito tempo, o compliance aduaneiro foi tratado apenas como uma exigência legal. No entanto, em um cenário global mais regulado, digitalizado e fiscalizado, ele se tornou um verdadeiro diferencial competitivo. Classificação fiscal correta, estruturação do Catálogo de Produtos e adequação à DUIMP não apenas evitam penalidades, mas também reduzem custos, aumentam a previsibilidade e fortalecem a governança da empresa. Neste artigo, mostramos por que o compliance deve ser visto como estratégia, e não apenas obrigação.







